terça-feira, 28 de outubro de 2008

Só eu sei o que sinto, em quem as coisas estão me transformando, como tudo isso faz-me conectada a um sentimento de culpa. Agora eu percebo que nobreza é pra poucos, e que não sou assim tão boa pra suportar qualquer parada.
Certas coisas mexem demais comigo, e sinceramente, não consigo atropelar meu tempo e pular a etapa de sofrer o pão que o diabo amassou. Não que eu queira, é óbvio. Mas tenho essa sensação de precisar viver essa dor, deixar que o nó na garganta vá se desfazendo quando as cordas estiverem esfareladas. Não significa que esteja me entregando, tampouco que eu esteja optando por ti. Do contrário, hoje eu acordei querendo um pouco mais de mim e bem menos de ti. Somente porque reconheço que isto só vai sarar quando eu realmente puder sentir e compreender qualquer sentimento que possa estar envolvido.
Alguém pode julgar isso como comportamento de fracasso, vulnerabilidade. Eu entendo como uma fragilidade um tanto incômoda, mas que embala-me cada segundo mais dentro dos braços e faz-me sentir este risco indefinido, esta nova verdade que nem sei se é possível escolher.
Ontem eu chorei as vinte horas do dia em que permaneci acordada, nas outras quatro, preferi fingir que meu corpo havia secado.
Hoje eu tive ainda mais vontade de chorar, mas preferi então não me prolongar tanto, afinal, têm tantos dias ainda...
E como diria Caio F.: "Amanhã é dia de nascer de novo: pra outra morte."

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Não sei porque alguns momentos sempre me fazem ir atrás do que já não existe, do que ficou no passado, nas lamentações. Eu ainda tenho dúvidas de como as coisas teriam sido... É como se eu não estivesse suportando bem certas emoções... o problema é quee elas teimam em vir aqui, em ir ali, em se alastrar. Pois é... parece que aquilo, antes tão pequeno, tão imperceptível, virou uma coisa tão grande, que eu perdi a noção do quanto ela ainda pode me machucar.
Vai ser sempre assim? Todos esses dias falando e remoendo as minhas reações, as minhas condições, pra no final, ficar tudo do mesmo jeito? Eu não quero metades, pedaços... não quero sentir essa sensação de engano, de contentar-se com farelos, indecências, imprudências... Não me cabe carregar os nossos erros sozinha. Não me cabe querer refazer o que ficou, mas continua se ofertando a todo instante... foi difícil, é difícil.
Queria só não precisar lidar com cada pedaço disso... porque o necessário agora, era não me desesperar, não dilacerar... era acreditar que um dia isso não iria se repetir, eu não iria me repetir, te repetir...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Antiestresse?

http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL609492-6091,00-PARTICIPANTES+DE+TERAPIA+ANTIESTRESSE+DESTROEM+CARROS+E+TVS+NA+ESPANHA.html


Se nessa terapia antiestresse começarem a quebrar a cara de neguinho malandro por lá, pode apostar que me mando pra Espanha.
Ô, vida difícil!

Joker!


"Why so serious? Introduce a little anarchy!"

quinta-feira, 31 de julho de 2008

BUM!!!

E que se exploda o mundo! BUMMMM!!!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Breaking My Own Heart

I rushed right in
Just like a fool
So struck down by you
I didn't know what to do

I started on
Breaking my own heart
Breaking my own heart
Breaking my own heart
Yeah

I started on
Breaking my own heart
Breaking my own heart

Yeah I was frozen
By the pain
I tried
To reach out to you
But I felt so ashamed

So, I kept on
Breaking my own heart
Breaking my own heart
Breaking my own heart

I kept on
Breaking my own heart
Breaking my own heart

Save me
Somebody save me
From this misery
Love is killing me
Please save me

I need saving
Won't somebody save me
From this misery
Love is killing me
Ooo, save me

I hung on
To every word you say
In search of a sign boy
You felt the same way

But it was only me
Breaking my own heart
Breaking my own heart
Breaking my own heart

If I keep on
Breaking my own heart
Breaking my own heart

Save me
Won't somebody save me
From this misery
Love is killing me
Save me

I need saving
Won't somebody save me
From this misery
Love is killing me
Ooo, save me

Ooh Save
I said "Save me"
From this misery
Love is killing me
Please save me



Duffy - Breaking My Own Heart

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ai, ai...

Com tudo que existe dentro do meu coração triste... MUITO OBRIGADA a quem sabe que fez/faz a diferença por aqui.

"As pessoas suportam tudo, as pessoas às vezes procuram exatamente o que será capaz de doer ainda mais fundo, o verso justo, a música perfeita, o filme exato, punhaladas revirando um talho quase fechado, cada palavra, cada acorde, cada cena, até a dor esgotar-se autofágica, consumida em si mesma, transformada em outra coisa que não saberia dizer qual era." Caio F, porque ele sempre faz parecer que essas coisas saem de mim.


É só por hoje. Nada, nada mais.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Eu odeio:

- Homens que me paqueram mesmo quando vêem que tenho namorado,
- Homens que fazem as unhas (e pintam),
- Homens que comem minhas pernas/peitos quando passo,
- Restaurante lotado,
- São João em Patos,
- Meu namorado trabalhar no São João em Patos,
- Sexo mal-feito,
- Ficar na vontade de sexo,
- Churrascaria lotada,
- Banheiro lotado com meninas falando merda,
- Filmes idiotas,
- Pessoas idiotas,
- Meu namorado não atender o celular,
- Meu namorado estar num show sem mim,
- Meu amigo de muito tempo querer ficar comigo e eu ter que dar um fora porque amo meu namorado,
- Meu amigo de pouco tempo querer ficar comigo e eu bloqueá-lo do msn,
- Querer ir pra Patos,
- Chegar em casa bêbada depois de uma noitada com as amigas e ligar pro meu namorado,
- Não ter sexo depois de uma boa noitada de bebedeira,
- Ter sono e não conseguir sair do computador,
- Ter fome depois de ter comido feito uma vaca,
- Passar 10 dias longe de meu amor,
- Quem usa palito de dentes em público,
- Quem grita em público pra chamar atenção,
- Homens que usam sapato e cinto combinando,
- Abobrinha (mas adoro berinjela),
- Mastigar pimentão (Mas adoro o gosto que ele dá nas comidas),
- Querer viajar e não poder,
- Viajar sem querer,
- Dormir sem o cheirinho do meu amor,
- Dormir sem o calor do meu amor,
- Acordar sem meu amor,
- Odeio homem que segura o copo com polegar e indicador,
- Homem que bebe drink viadal,
- Saber que as férias acabam já já,
- Chegar em casa depois de uma noitada bacana,
- Sentir saudade,
- Sentir ciúmes,
- Sentir qualquer coisa que não seja PRAZEROSA,
- Odeeeeeeeeeeeeeio ter que ir dormir agora sem saber o que fazer, mas com vontade de fazer um mundo de coisas...

terça-feira, 27 de maio de 2008

Idiota, é?

Um amigo meu disse que eu era idiota, e que não deixo de ser porque não quero. Disse também que eu sou a menina mais besta que ele conhece. Muita verdade crua pra uma noite só, né? Parei pra pensar que talvez seja esse o motivo de eu nunca falar muito sobre minha vida pras pessoas... tenho vergonha de que todas pensem isso a meu respeito. Enquanto elas não sabem da verdade, elas não me doem. Aí eu posso fazer-de-conta que estou livre de mim mesma.
É, meu amigo, o passinho é curto, mas a estrada é loooooooonga...